Nada é verdade neste país.
Os nossos "responsáveis" dizem que as escutas disto e daquilo não são verdade; dizem que a escolha de amigos para cargos de topo em empresas públicas não é verdade; dizem que crimes políticos comprovados e trazidos a público não são verdade; os erros de ordenamento de território responsáveis pela morte de dezenas de pessoas também não são verdade...
Nada é verdade. É tudo preverso e calunioso.
Óptimo. Vivemos num país onde realmente nada é verdade.
Somos todos uns aldrabões. Só o chefe é que não.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Desemprego: Os números públicos...
Na manhã de hoje dia 8 de Fevereiro ao ler o Jornal "Público" questionei me sobre o (des)governo deste país que é bem evidente em pequenos factos. Senão vejamos:
"O segundo Governo de José Sócrates já nomeou 1361 pessoas desde que assumiu funções no final de Outubro."
À primeira vista os apostólos da desgraça, leia-se os da direita e os da esquerda, em suma todos os que tem a sede de poder e permitam-me a peculiaridade todos aqueles que tal como os passarinhos do jardim, não encontraram ainda o seu poleiro, irão condenar esta prática, catalogando-a de despesista, de incoerente, de descontrolo da despesa pública, etc..
À segunda vista o governo defender-se-á nos velhos, batidos, gastos e diria velhinhos argumentos da confiança nos orgaos de gestão e de suporte do segredo de políticas, etc.
A argumentação é lógica, provida de sentido de oportunidade de ambas as partas, credível e dificilmente rebatível aos olhos daqueles que pouco se interessam pelo estado da nação.
Mas, há sempre um más..
Faça-se um exercicio, aplique-se o correcto, sublinho, o correcto, principio de actuação do actual Ministro das Finanças (MF), isto é, por cada pessoa contratada para a Função Pública duas deveriam sair..
Fazendo as contas, as nomeações referidas deveriam conduzir a saída de 2722 pessoas nos respectivos cargos equivalentes. Será que é isto que se sucede? Quais serão as implicações, sobretudo financeiras, para fazer abandonar, estas 2722 pessoas dos cargos de gestão que ocupam, presumo que de alta importância e de relevo para a nossa nação.
Será que o nosso MF, que andou em ano de eleições meio perdido no rigor e no bom senso que vinha evidenciando na condução das Finanças Públicas, tem a mesma coragem para aplicar este correcto principio? Se assim não for, os cidadãos desta nação deviam-se começar a questionar o porque destes dados serem recorrentes numa democracia cuja estabilidade é afectada ano após ano de querelas políticas.
Sem qualquer sentido de ofensa para o profissional do qual me sirvo para questionar esta politica arrasadora, será um motorista, enquanto homem/mulher capacitado para dirigir um veículo de estado, competente para o actual primeiro ministro e não para o vindouro?
O que dizer então da competencia deste senhor ou da competência da secretária ou d0 consultor?
Algo vai muito mal neste rectângulo e os maiores prejudicados seremos nós cidadão governados, e não os governantes...
"O segundo Governo de José Sócrates já nomeou 1361 pessoas desde que assumiu funções no final de Outubro."
À primeira vista os apostólos da desgraça, leia-se os da direita e os da esquerda, em suma todos os que tem a sede de poder e permitam-me a peculiaridade todos aqueles que tal como os passarinhos do jardim, não encontraram ainda o seu poleiro, irão condenar esta prática, catalogando-a de despesista, de incoerente, de descontrolo da despesa pública, etc..
À segunda vista o governo defender-se-á nos velhos, batidos, gastos e diria velhinhos argumentos da confiança nos orgaos de gestão e de suporte do segredo de políticas, etc.
A argumentação é lógica, provida de sentido de oportunidade de ambas as partas, credível e dificilmente rebatível aos olhos daqueles que pouco se interessam pelo estado da nação.
Mas, há sempre um más..
Faça-se um exercicio, aplique-se o correcto, sublinho, o correcto, principio de actuação do actual Ministro das Finanças (MF), isto é, por cada pessoa contratada para a Função Pública duas deveriam sair..
Fazendo as contas, as nomeações referidas deveriam conduzir a saída de 2722 pessoas nos respectivos cargos equivalentes. Será que é isto que se sucede? Quais serão as implicações, sobretudo financeiras, para fazer abandonar, estas 2722 pessoas dos cargos de gestão que ocupam, presumo que de alta importância e de relevo para a nossa nação.
Será que o nosso MF, que andou em ano de eleições meio perdido no rigor e no bom senso que vinha evidenciando na condução das Finanças Públicas, tem a mesma coragem para aplicar este correcto principio? Se assim não for, os cidadãos desta nação deviam-se começar a questionar o porque destes dados serem recorrentes numa democracia cuja estabilidade é afectada ano após ano de querelas políticas.
Sem qualquer sentido de ofensa para o profissional do qual me sirvo para questionar esta politica arrasadora, será um motorista, enquanto homem/mulher capacitado para dirigir um veículo de estado, competente para o actual primeiro ministro e não para o vindouro?
O que dizer então da competencia deste senhor ou da competência da secretária ou d0 consultor?
Algo vai muito mal neste rectângulo e os maiores prejudicados seremos nós cidadão governados, e não os governantes...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A primeira pedra
Inauguramos aqui este espaço fantástico com uma notícia um tanto ou quanto... censurada.
O jornalista Mário Crespo não vai mais escrever a sua coluna de opinião para o Jornal de Notícias (JN).
De acordo com o Jornal de Negócios, a ruptura deu-se depois de o jornalista ter sido informado pelo director do jornal, José Leite Pereira, à meia-noite, de que o seu texto não sairia hoje na publicação.
A crónica em causa fazia referência a conversas mantidas entre José Sócrates, o ministro da Presidência, Silva Pereira, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de media que referiam Mário Crespo como «mais um problema a resolver».
Pois é, parece que nem tudo se pode dizer neste país. Ora aqui está uma bela Portugalidade... Será que vêm atrás de nós e um dia destes nos ordenam o fecho da edição do blog? Não é um Jornal de Sexta mas... nunca se sabe.
Aqui fica a primeira pedra colocada. Ou atirada.
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